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O sucesso não cai de
pára-quedas
Um
homem responsável pela própria sorte foi
Ranulf Flambard. Ele construiu a
Torre de Londres e teve a infelicidade de ser o
primeiro homem encarcerado naquela que era considerada
uma fortaleza inexpugnável; mas ele escapou porque, como
arquiteto, conhecia uma saída secreta.
Quando se estudam as pessoas de
sorte, um fato salta aos olhos: sua perspectiva
otimista, que as faz trabalhar com mais afinco e
inteligência para conseguir o que querem e também por
possuir um tipo de personalidade que faz os outros terem
vontade de lhes oferecer oportunidades.
Pesquisadores da Universidade de
Hertfordshire convidaram cinqüenta pessoas que se
consideravam pessoas de sorte e outras cinqüenta que se
consideravam azaradas a tomar parte de um teste de “sorte”
em computador: cada um devia escolher cara ou coroa
quando uma moeda era lançada para o alto na tela.
Com a análise dos resultados,
chegou-se a uma conclusão interessante: a média era mais
ou menos a mesma, portanto os que se consideravam
afortunados não tinham mais sorte do que os que se
consideravam infelizes.
O estudo concluiu que o que faz as
pessoas se considerarem afortunadas é sua
atitude positiva e que esse comportamento
contribui para que se esforcem mais na busca de suas
metas e as pessoas que se lembram mais de episódios
tristes e ruins tendem a cometer erros ou desistir.
O primeiro romance de John
Grisham intitulado “Tempo de Matar” foi
rejeitado por 16 agentes e 12 editoras e quando
finalmente a Wynwood Press resolveu publicar 5.000
exemplares em 1989, as vendas foram muito fracas. Esse
mesmo escritor tornou-se o bem-sucedido autor de
“O Dossiê Pelicano”, um grande sucesso de
vendas transformado em filme em 1996.
Terminado o almoço, o editor apertou
a mão da autora e disse: “Livro para crianças não dá
dinheiro, Jô”. Estou falando da escritora Joanne
Rowling que naquele momento havia escrito
Harry Potter e a Pedra Filosofal que no
ano seguinte já recebia seu primeiro milhão de dólares
em direitos autorais e que depois a este milhão tem
somado vários milhões por ano e seus livros são sucesso
em todo o mundo e transformados em filmes de sucesso
mundial de bilheterias.
E o que dizer de Elvis
Presley que estudou música na Humes Hugh School
em Memphis, Tennessee, EUA. O professor lhe deu conceito
C e aconselhou-o a desistir de cantar. Elvis tornou-se o
rei do rock”n roll, vendendo mais de 600 milhões de
discos até sua morte em 1977 e seus cd’s continuam
vendendo milhões mesmo todos esses anos após sua morte.
Todos esses exemplos podem ter
sorte como pano de fundo, mas o ingrediente principal
chama-se atitude e o foco é ter o
pensamento positivo e estar sempre pronto para agir.
O sucesso não cai de pára-quedas no quintal de
ninguém. A sorte até existe, mas na verdade é
aquilo que sobra de dedicação e esta tem nome:
trabalho!
Pense nisso, um forte
abraço e esteja com Deus! |
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Gilclér
Regina
Consultor de vendas,
motivação, gestão e recursos humanos há 20 anos,
tendo atuado também como executivo.
Articulista de vários jornais e revistas. É
formado em Administração de Empresas com
especialização em Dinâmica Humana pelo The
National Value Center, em Denton, Texas (EUA).
Site:
www.gilclerregina.com.br
Fale com o autor:
ceag@ceag.com.br
Esta coluna é quinzenal e os artigos são
gentilmente cedidos pelo autor. |
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