A emoção como aliada
para viver bem e conquistar sucesso
Você sabe que até
recentemente o homem se contentou em ser avaliado apenas
como um ser racional. Nesse cenário, todo sucesso ou
insucesso era creditado ao QI, (Quociente Intelectual)
do indivíduo. Mas, desde a publicação do livro
Inteligência Emocional, do psicólogo e jornalista
norte-americano Daniel Goleman, o QE (Quociente
Emocional), o tema ganhou espaço e passou a ser
considerado também na avaliação do desempenho.
Você já ouviu
falar que o desempenho de uma pessoa tem correlação com
a interação dos dois quocientes como se o homem tivesse
dois cérebros, duas mentes, ou seja, duas inteligências
diferentes, a racional e a emocional, pois bem são os
dois hemisférios cerebrais.
O lado esquerdo,
onde predomina a razão, executa um pensamento com
tendências à lógica, à matemática, à organização, ao
planejamento. O hemisfério direito é criativo,
romântico, sonhador, visionário. Hoje se sabe que o lado
intelectual não pode dar o melhor de si, sem a
participação da inteligência emocional, pois é
justamente ela a responsável por habilidades que
permitem lidar com conflitos internos mantendo-se calmo
diante de crises. É exatamente isso que faz com que a
inteligência emocional venha conquistando cada vez mais
adeptos em todo o mundo. Podemos afirmar que ganha mais
pontos e mais possibilidade de contratação ou de se
manter empregável, aquele que tiver mais “autos”, ou
seja, autocontrole, auto-estima, autoconhecimento,
automotivação etc.
Do ponto de vista
da inteligência emocional o que causa insucesso
profissional pode ser: o medo, motivado pela sua atuação
histórica, o que leva o profissional a agir sempre da
mesma forma, com as mesmas soluções; a teimosia, que
dificulta a assimilação de mudanças; a arrogância, que
impede o profissional de ouvir os clientes, os
fornecedores e a própria equipe; falta de empatia
(identificação) emocional com as pessoas, o que torna o
profissional incapaz de motivar os outros, por
desconhecer ou não entender suas necessidades.
Mas a grande
vantagem é que a inteligência emocional, tanto quanto a
racional, pode ser desenvolvida. O importante é cultivar
habilidades como a confiança, audácia, otimismo,
objetividade. O caminho é aprender a administrar as
emoções, buscar o autoconhecimento, aprimorar a
capacidade de ouvir, o desprendimento e a humildade.
Reflita sobre
situações em que você foi bem-sucedido e as que não
deram certo. Avalie seus talentos e habilidades e dê
atenção aos que precisam ser desenvolvidos. Você vai
descobrir que esse trabalho não o afasta das suas
emoções, tornando-o uma pessoa fria, mas, ao contrário,
ensina a arte de saber administrá-las e utilizá-las a
seu favor assim como se tornar uma pessoa mais criativa.
Boa sorte! |